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Eletrosul passa a gerar energia eólica

04/06/2011 18:37

A Eletrosul Centrais Elétricas S.A., subsidiária da Eletrobras, entregou os primeiros 10 megawatts (MW) de energia eólica (força dos ventos) produzidos por uma empresa do Sistema Eletrobras no Brasil. Nesta sexta-feira (3), a Eletrosul encaminhou ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a Declaração de Atendimento aos Procedimentos de Rede, oficializando a primeira etapa de operação do Complexo Eólico Cerro Chato, em Sant’Ana do Livramento (RS), na fronteira com o Uruguai.

Nesta primeira etapa, entraram em funcionamento cinco de 15 aerogeradores de um dos três parques que compõem o complexo. Cada parque terá capacidade para gerar até 30 MW. A energia produzida por esse primeiro circuito já está abastecendo o Sistema Interligado Nacional (SIN) incrementando em 8,94% a atual capacidade instalada no País, que é de 1.006 megawatts. A geração de 90 MW, que será a capacidade instalada total do complexo, é suficiente para atender o consumo de aproximadamente 500 mil pessoas: seis vezes a população de Sant’Ana do Livramento, onde as usinas estão sendo instaladas.

Paralelamente ao início da operação, a Eletrosul mantém as obras em ritmo acelerado para entregar todo o parque gerador até o final de setembro. O diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, que foi um dos idealizadores do projeto de Cerro Chato, lembra que o prazo programado para entrada em operação comercial de todo complexo autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) era julho de 2012. “No entanto, a parceria com os fornecedores, a proatividade dos técnicos da Eletrosul e o aprimoramento dos processos de construção permitiram antecipar a entrega em 10 meses”, justificou.

A energia que será gerada pelo novo complexo eólico, consórcio formado pela Eletrosul (90%) e Wobben (10%), foi comercializada em dezembro de 2009, no primeiro leilão exclusivo de energia eólica realizado pelo governo federal. A atividade reforçará o sistema elétrico brasileiro especialmente na fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, diminuindo a dependência da energia complementar das usinas termelétricas em períodos de picos de demanda e de estiagem, quando a capacidade de geração das hidrelétricas fica comprometida.

 

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Fonte:
Portal Brasil
Eletrobras Eletrosul 

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